Veja o que se sabe e tire dúvidas sobre a variante indiana identificada no Rio

Sete casos da variante indiana foram confirmados no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde

Secretaria de Estado de Saúde do Rio disponibilizou um material para tirar dúvidasFoto: reprodução internet

Rio – Sete casos da variante indiana foram confirmados no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde. No Rio, o único caso registrado até o momento é o do morador de Campo dos Goytacazes, no Norte Fluminense, de 32 anos. Todos os pacientes estão isolados e sendo monitorados pelos Centro de Informações Estratégicas em Vigilância e Saúde (CIEVS) locais.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio afirmou que está monitorando todos os que tiveram contato com o morador de Campos dos Goytacazes. Até o momento, de acordo com a pasta, todos os resultados foram negativos para o novo coronavírus e ninguém que encontrou o homem infectado apresentou sintomas de infecção.

Para esclarecer as dúvidas sobre a nova variação da doença, a Secretaria de Estado de Saúde do Rio disponibilizou um material. Confira:

1. As vacinas são eficazes contra a cepa indiana?

Todas as vacinas passam por teste para avaliação de sua eficácia contra o SARS-CoV-2. Por se tratar de um novo vírus e as mutações estarem ocorrendo após a produção dos imunizantes, os estudos ainda estão sendo aprofundados. Entretanto, é importante que a população siga sendo vacinada e cumprindo os protocolos de prevenção.

2. Como identificar a cepa?

A confirmação da cepa do vírus SARS-CoV-2 é feita por meio de um sequenciamento genômico em laboratórios referenciados, após realização de teste positivo para covid-19. Os testes de RT-PCR, rápido e antígeno, fazem apenas a confirmação ou contato com o vírus SARS-CoV-2. Importante esclarecer que o sequenciamento do vírus não é um exame de rotina, nem de diagnóstico. Ele é feito para vigilância genômica.

3. Como evitar a propagação da cepa indiana?

Os protocolos de prevenção seguem os mesmos independentemente da variante. Toda a população, mesmo já vacinada, deve continuar com as medidas de prevenção: lavar as mãos, usar álcool gel, usar máscara e evitar aglomeração.

Via: O Dia
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