‘Quem dera fosse só tirar uma cabeça’, diz governador sobre fim da Era Ecko

Cláudio Castro afirmou que morte de miliciano foi 'marco importante', mas que força-tarefa da milícia continuará

Rio – O governador Cláudio Castro afirmou, em cerimônia no Quartel General da Polícia Militar, nesta segunda-feira (14), que as investigações contra as milícias do estado continuarão, apesar de a morte de Wellington da Silva Braga, o Ecko, ter sido um “marco importante”, segundo ele. O criminoso mais procurado do estado foi capturado e morto em casa, em Paciência, durante operação da Polícia Civil no último sábado (12).

“A gente trabalha a força-tarefa desde outubro. Já prendemos quase 700 milicianos, prejuízo de mais de R$ 1 bi. A investigação continua. Quem dera fosse só tirar uma cabeça. As investigações continuam e o trabalho continua firme. Mas foi um marco importante”, afirmou Castro, durante cerimônia de lançamento do projeto Bairro Seguro, que prevê patrulhas da PM em áreas da Região Metropolitana, nos mesmos moldes do ‘Segurança Presente’.

Segundo Castro, uma das partes mais importantes da força-tarefa será investigar quem podem ser os sucessores de Ecko no comando da milícia da Zona Oeste. Reportagem do DIA mostrou que irmãos podem ser os herdeiros do ‘Império da Família Braga’. “Eu já determinei desde o o início que a Polícia Civil comece a investigar a questão da sucessão. É uma preocupação que desde o próprio sábado já estávamos tendo”, afirmou o governador.

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