Prefeitura do Rio remove construções irregulares em Cosmos

Além da demolição de construções, foram removidas fundações que demarcavam a área de outros dez lotes já anunciados para venda

Foram removidas fundações que demarcavam a área de outros dez lotes já anunciados para venda. – Ascom SMC/Marcos de Paula

Foram removidas fundações que demarcavam a área de outros dez lotes já anunciados para venda. Ascom SMC/Marcos de Paula

Rio – A Prefeitura do Rio, por meio de ação conjunta entre a Secretaria Municipal de Conservação (SMC), a Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEOP) e a Subprefeitura da Zona Oeste, demoliu construções irregulares no bairro de Cosmos na manhã desta terça-feira. A operação contou com a presença de Anna Laura Secco, secretária de Conservação, Brenno Carnevale, secretário de Ordem Pública, e do subprefeito da Zona Oeste, Edinho Menezes.

Ao todo, a Coordenadoria Técnica de Operações Especiais (COOPE), vinculada à SMC, retirou quatro construções sem licença, ainda em fase de estruturação e alvenaria, erguidas na Praça Jair Amorim, localizada na Rua Maurício do Valle. Também foram removidas fundações que demarcavam a área de outros dez lotes já anunciados para venda.

Anna Laura Secco ressaltou a importância de ações constantes de fiscalização em toda a cidade. “No que depender de nós, a farra das construções irregulares vai acabar. Zelar pelo ordenamento urbano também é papel da Conservação”, garantiu.

Já Brenno Carnevale enfatizou que as operações serão constantes. “A Prefeitura do Rio está atenta e vai continuar realizando operações para coibir as construções irregulares, especialmente as que são construídas em áreas que sofrem influência do crime organizado, seja tráfico ou milícia. Vamos seguir agindo para devolver o espaço público ao cidadão”, assegurou.

O subprefeito da Zona Oeste, Edson Menezes, foi outro que condenou com veemência a ocupação de áreas públicas. “Infelizmente, por falta de fiscalização nos últimos anos, essas construções irregulares cresceram muito na cidade, principalmente na Zona Oeste. As áreas públicas e ambientais não podem ser loteadas, vendidas e ocupadas. Isso é inadmissível! Esse espaço foi destinado para o lazer e é para isso que ele deve servir. Em breve, teremos novidades para os moradores do local”, afirmou.

A operação contou com 92 servidores e teve apoio da Coordenadoria Geral de Operações Especiais (CGOE), da Guarda Municipal, da Polícia Militar, da Cedae, da Light, da Comlurb e da Coordenadoria de Controle Urbano (CCU). Para o serviço, a equipe usou uma escavadeira hidráulica, sete caminhões e 27 viaturas.

Via: O Dia
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