Polícia Civil coleta DNA de familiares de pessoas desaparecidas

Mutirão aumenta a chance de encontrar aqueles que ainda estão sendo procurados

Rio – Familiares de desaparecidos agora podem ter mais esperança de encontrar seus filhos, irmãos e pais. A partir desta segunda-feira, 14, até a sexta-feira, 18, a Polícia Civil do Rio faz um mutirão de coleta de DNA de membros das famílias de pessoas que ainda estão sendo procuradas. Feito pelo Instituto de Pesquisa e Perícias em Genética Forense (IPPGF), os dados coletados servirão para alimentar a base de perfis genéticos do Rio e, assim, aumentar a chance de identificar as pessoas que foram registradas como desaparecidas no estado. 

Superintendente de Enfrentamento de Pessoas Desaparecidas, Jovita Belfort foi uma das mães a fazer a coleta no primeiro dia do mutirão. “Foi muito emocionante. Todas as mães estavam emocionadas, felizes também porque abriu uma porta de esperança, principalmente para os casos mais antigos. O mais importante é que esse cadastro é nacional. O desaparecido anda, não quer dizer que ele fica em um lugar só. Aqui no Rio, tem muitos desaparecidos de outros estados. Com o cadastro nacional, a chance é maior de encontrá-los”, afirmou a mãe do lutador Vitor Belfort e de Priscila Belfort, desaparecida há 17 anos.

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