quinta-feira, 28 de outubro de 2021
17 °c
Rio de Janeiro

Não é o fim de um mistério

A polícia não confirma nada, mas o novo personagem da história do desaparecimento dos meninos de Belford Roxo me deixou tão mal, mas tão mal que nem meu instinto jornalista me fez terminar de ler o depoimento.

O homem que entrega o irmão no crime, entrega também a crueldade no seu estado mais covarde e desumano.

Querer usar meninos, crianças como exemplo de correção do tribunal do tráfico é inadmissível!

Caso a polícia confirme que foi mesmo um morador que reclamou com o dono do morro, sobre o furto de uma gaiola, e que o mesmo ordenou não só a morte como a tortura de crianças é preciso punição maior.

É caso de deixar até criminoso violento chocado. O martelo da “justiça” do poder paralelo já é surreal, com crianças então…

Como é que pode aceitar uma ordem como essa? Como podem voltar pra casa e olharem para os próprios filhos? Para as próprias mães?

Quando a história se confirmar, não é o fim de um mistério, não é!

É o submundo sujo de bandidos covardes, de sentenciadores do mal que se abre.

Não romantizem criminosos, ajudem na solução da violência. O caso dos meninos merece mais destaque, mesmo perto do desfecho mais triste que a gente não queria aceitar.

PINGO NO I

Não era nem 10 da manhã e a redação já estava movimentada… Todo mundo em frente à TV.

Faltavam poucos minutos para o meu programa começar e aí veio a noticia: medalha de prata para Rebeca Andrade, a primeira da história da ginástica feminina do Brasil. Quanto orgulho!

Ainda assistindo, vejo um ídolo em lágrimas… Nada mais, nada menos que Daiane dos Santos, a que abriu esse caminho e que eu jurava que era medalhista olímpica. Orgulhosa pela conquista da pupila! Poderia ter todos os motivos para ficar com a vaidade ferida, já que era a “maior”, mas não… Era choro de alegria. Quer exemplo maior que esse de sororidade? Ah tem! Simone Biles, dos Estados Unidos, outra gigante, vibrava na arquibancada por Rebeca. Até Nádia Comaneci, uma lenda da modalidade, se rendeu à nossa menina de prata (Que ainda pode ser de ouro nesse fim de semana).

O que eu quero dizer com isso tudo?! É que o mundo é das mulheres que levantam outras mulheres. Competição é no esporte e ponto! Na vida, é uma segurando na mão da outra, e de preferência com medalha no pescoço, né?

Então, bora colocar o Pingo no I…

Por mais Daianes, Simones, Rebecas, Rayssas e também Mayras. Não importa o esporte, o negócio é lutar como uma garota. Vai, Brasil!

TÁ FEIO!

É preciso ficar de olho… A coluna recebeu uma série de reclamações de pacientes da Clínica da Família Edma Valadão, em Acari.

Segundo os pacientes, o atendimento está péssimo e os profissionais tratam quem precisa dos serviços com muita falta de educação e respeito.

“É puro descaso. Os agentes de saúde tratam a gente feito bicho, isso quando atendem! É uma luta pra conseguir marcar um exame, eles sempre dizem que não há previsão”, conta uma paciente.

Tem que apurar, porque respeito é bom e todo mundo gosta. Ninguém gosta de ser maltratado, principalmente quando vai atrás de um direito que é dele.

A coluna entrou em contato com a Secretaria Municipal de Saúde, que em nota afirmou que a gerência da Clínica está à disposição dos pacientes para atender quaisquer reclamações.

Por isso, se você me me perguntou se tá feio ou tá bonito… A gente espera mesmo que seja verdade, e tenho dito.

Via: O Dia

Próximo Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *