Interceptações telefônicas de Ecko e esposa ajudaram operação que resultou na morte do miliciano

Trabalho em conjunto entre Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) e Polícia Civil interceptou ligações de pessoas ligadas ao miliciano nos últimos cinco meses. Ecko foi baleado durante operação e não resistiu

Rio – Interceptações telefônicas autorizadas pela 1ª Vara Criminal Especializada em Combate ao Crime Organizado, do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), ajudaram na operação policial deste sábado (12), que localizou Wellington da Silva Braga, o Ecko. O miliciano mais procurado do estado foi baleado em casa, na comunidade Três Pontes, em Paciência, e não resistiu.

No últimos cinco meses, o juízo da Vara, em trabalho com a Polícia Civil, autorizou a interceptação telefônica de Ecko, da esposa do miliciano e de outras pessoas próximas. Ele foi encontrado na casa de parentes, com mulher e filhos. A operação foi batizada de ‘Dia dos Namorados’. 

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