Famosos lamentam a morte de Artur Xexéo

Jornalista estava tratando um linfoma não-Hodkin há duas semanas

Rio – Artistas, amigos e familiares lamentaram a morte de Artur Xexéo, neste domingo. O jornalista descobriu um linfoma não-Hodkin há duas semanas e estava em tratamento, mas não resistiu à doença. Dentre os que prestaram homenagens está o seu time de coração, o Fluminense. No perfil oficial, o clube desejou força aos familiares.

O Fluminense Football Club lamenta profundamente o falecimento do jornalista Artur Xexéo, Tricolor de coração. Desejamos muita força aos familiares e amigos.

— Fluminense F.C. (@FluminenseFC) June 27, 2021
Colegas de profissão e figuras públicas também lamentaram a perda do profissional. Xexéo era colunista do jornal O Globo e participava do “Estúdio I”, da GloboNews. O jornalista Reinaldo Azevedo também publicou uma mensagem de pesar em seu perfil no Twitter.

“Lamento muito a morte do jornalista e escritor Artur Xexéo. Um linfoma o levou aos 69 anos. O mundo fica menos inteligente, lhano, delicado. Que dias estes!”, disse.

A cantora Roberta Miranda também usou as redes sociais para homenageá-lo.

“Mestre #arturxexeo sempre gostei e admirei muito vc , como pessoa, como profissional ! Força para sua família , amigos, fãs”, disse.

Artur Xexéo  nasceu no Rio de Janeiro em 5 de novembro de 1951. Se formou em jornalismo na Faculdade Hélio Alonso. Seu primeiro estágio foi em seu último período da faculdade, na editoria de geral no Jornal do Brasil. Foi repórter da revista Veja, da IstoÉ e, em 1985, foi subeditor da Revista de Domingo, quando se apaixonou pela cobertura cultural. Foi editor do Caderno B, do Jornal do Brasil e do caderno de Cidade e subsecretário de redação. 

Xexéo também escreveu o livro “O torcedor acidental (2010)”, com uma coleção de crônicas sobre os bastidores das coberturas das Copas do Mundo de futebol.

Era comentarista do Oscar desde 2015 e tinha uma longa história no teatro tendo escrito os musicais “A Garota do Biquíni Vermelho” (2010), “Nós Sempre Teremos Paris” (2012) e “Minha vida daria um bolero” (2018). Também escreveu o musical sobre a vida de Cartola.

Via: O Dia
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