Família de vítima de feminicídio em Campo Grande luta por justiça: ‘estamos às escuras’

No último dia 12, Cátia da Silva Rosa, 52, foi morta a facadas dentro de casa, na comunidade da Carobinha. Luciano dos Santos Rodrigues está foragido

Rio – “Não como direito, não durmo direito, não tenho paz”. As palavras vêm Mônica Rosa, que desde o último dia 11 não pensa em outra palavra que não seja justiça. Ela é prima Cátia da Silva Rosa, de 52 anos, vítima de um brutal feminicídio na comunidade da Carobinha, em Campo Grande. Cátia foi morta a facadas pelo companheiro Luciano dos Santos Rodrigues, foragido desde então. Sem informações sobre o paradeiro, ou sobre a condução das investigações, a família sofre.

“Estamos às escuras. A gente quer uma luz”, afirmou Mônica. É um sentimento de impotência, porque o que a família quer é a justiça. É cobrar das autoridades policiais o que está sendo feito em busca desse assassino. O que ele causou à nossa família, à minha prima, foi de uma brutalidade tamanha. Isso não pode ficar no esquecimento. Hoje mesmo eu vi a mãe dos três meninos de Belford Roxo, até agora nada. Nada de pista. Então, eu queria também poder fazer isso com o caso da minha prima. Cobrar”.

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