Ecko tinha mais de 100 fuzis emprestados em comunidades do Rio

Miliciano considerado como um dos criminosos mais procurados do Rio foi morto no último sábado na Zona Oeste do Rio

Rio – A Polícia Civil do Rio acredita que o caderno apreendido na casa do miliciano Wellington da Silva Braga, o Ecko possa ajudar no andamento das investigações da Força-Tarefa montada para desarticular os principais braços financeiros que eram mantidos pelo criminoso. De acordo com o delegado Willian Pena Júnior, diretor da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), Ecko tinha mais de 100 fuzis emprestados em mais de 50 comunidades do Rio. Ele foi morto no último sábado na comunidade Três Pontes, em Paciência. 

Além disso, a polícia investiga uma possível linha de sucessão do miliciano. Três possibilidades são apuradas, segundo o delegado: a primeira é de que um sucessor de Ecko já estaria preparado para assumir a região. A segunda é de que o miliciano Danilo Dias Lima, o Tandera, estaria disposto a tomar todas as área do antigo comparsa. A terceira é de que traficantes podem tentar retomar o controle da venda de drogas nessas regiões. 

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