Com drone, polícia vigiou casa de Ecko, na Zona Oeste, por um mês

Investigadores fizeram planta da casa do miliciano e estiveram na região dias antes

A Polícia Civil monitorou a rotina de Wellington da Silva Braga, o Ecko, durante seis meses antes da operação onde o miliciano foi morto no último sábado. Já com drones, os investigadores conseguiram monitorar durante um mês a casa e estiveram no local dias antes, na comunidade das Três Pontes, em Paciência, na Zona Oeste do Rio, local considerado o reduto do miliciano.

Através do drone e da planta da casa, além de imagem aérea da casa e até do sistema de segurança da casa, a polícia sabia como funcionava cada cômodo e como estavam distribuídos. Assim, montaram a planta da residência, além de mapear as possíveis rotas de fuga. 

A Polícia Civil também estudou onde o criminoso ficava até chegar na residência, onde morava a mulher e os filhos, e a quantidade de seguranças e carros que Ecko dispunha. Os investigadores sabiam com quem ele falava, por quais comunidades andava e até onde a família morava. Ecko ia pelo menos uma vez, acompanhado de seguranças na casa onde foi capturado. Só pessoas de confiança do miliciano sabiam da existência do imóvel.

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