Coleta de DNA para auxiliar na identificação de desaparecidos entra na reta final

A ação, que tem 13 postos de coleta no Rio de Janeiro, termina nesta sexta-feira

Rio – Está chegando ao fim o mutirão para coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas realizado pela Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol), por meio do Instituto de Pesquisa e Perícias em Genética Forense (IPPGF). Os interessados devem ir, até esta sexta-feira, a um dos 13 postos de coleta espalhados por todas as regiões do estado. O trabalho faz parte de uma campanha nacional do Ministério da Justiça e Segurança Pública com o objetivo de incrementar os bancos de DNA de todo o Brasil com amostras de familiares de pessoas desaparecidas.

A coleta é simples e indolor, feita com um objeto semelhante a um cotonete, que é passado na parte de dentro das bochechas do familiar. Todo o trabalho segue os protocolos de segurança e distanciamento adotados por conta da pandemia de Covid-19.

Todas as vezes em que há um corpo não identificado em um exame genético realizado pelo IPPGF, o seu DNA é comparado semanalmente aos perfis genéticos de familiares que já estão no banco. Com isso, aumentam as chances de se chegar à identidade da pessoa falecida e ajudar a família a entender o que aconteceu com ela.

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