CNJ penaliza juiz do TJRJ investigado por assédio sexual

Glicério de Angiólis Silva é investigado em procedimento administrativo disciplinar desde 2016

Rio – O juiz Glicério de Angiólis Silva, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), foi punido mais uma vez pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O magistrado é investigado em procedimento administrativo disciplinar por assédio sexual e moral, nas comarcas de Miracema e Laje de Muriaé, interior do Rio de Janeiro.

A nova decisão do CNJ condena o magistrado a pena de “disponibilidade”, que afasta o magistrado da função com vencimentos proporcionais, impõe outros efeitos. É a segunda sanção mais grave prevista na Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), abaixo da aposentadoria compulsória com proventos proporcionais ao tempo de serviço.

Antes disso, em 2019, o juiz já havia sido afastado do cargo pelo CNJ, mas voltou exercer ainda no mesmo ano, por decisão do Supremo Tribunal Federal. Apesar da reversão, o processo disciplinar do juiz seguiu tramitando no órgão e resultou na nova decisão

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