Alerj começa a ouvir quem estava no Jacarezinho no dia da operação ‘Exceptis’

Representante da creche local diz que crianças ainda estão assustadas. 'Se eles escutam algum barulho choram e tentam se esconder'

Rio – As comissões de Direitos Humanos e de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) começaram a ouvir, nesta quinta-feira (17), representantes de equipamentos públicos que estavam no Jacarezinho no dia da Operação Exceptis, da Polícia Civil, que resultou na morte de 27 suspeitos e de um policial. Trabalhadores das forças de segurança e familiares das vítimas também serão ouvidos. O objetivo das comissões é produzir um documento sobre a ação.

Uma das representantes ouvidas foi Fernanda Araújo, da Creche Jacarezinho. Ela afirmou que, apesar de ter passado pouco mais de um mês desde o episódio, as crianças ainda estão assustadas. “Eles chegam contando tudo que viram. Se eles escutam algum barulho choram e tentam se esconder. Eles estão muito nervosos e assustados”, contou Fernanda.

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